O argumento ontológico da existência de Deus, proposto pela Teologia da Libertação, é aquele em que se consegue intuir a existência do Infinito a partir da perfeição da luta de classes.
E agora, com a morte dele, quem que os maus estudantes de letras vão usar para justificar suas pesquisas sem sentido?
Para tristeza de uns e alegrias de outros, eu anuncio que fico. Ando meio atarefado, mas ainda acredito na possibilidade de existência desse blog. Estou envolvido em projetos ainda em andamento, e, mais do que o trabalho, eles me ocupam toda minha vida intelectual.
De resto, ando lendo o Apologético do Tertuliano, obra pesada e desigual, mas ainda assim extremamente bela e pungente. Irregular, instável e apaixonada como seu autor.
"Si inimicos, ut supra diximus, iubemur diligere, quem habemus odisse?"